20 de jan de 2012

Cevadeiras e Torpedos

Meus amigos, esta aqui foi uma semana de muita, mas muita chuva, estive alguns dias pelo mato e a situação estava "complicada" dada a quantidade de água.

Mesmo assim é hora de preparar as tralhas, as iscas e fazer toda a correria.

Confesso que já fui pronto para tomar chuva no lombo,  mas isso não ocorreu enquanto pescávamos.

Fomos munidos de diversas iscas, desde peixe, a beijinho, passando por rações e massas, sem contar as artificiais.

Ao longo do caminho os rios que faziam parte do trajeto estavam "bufando" de tanta água...


Chegando ao local, este estava um pouco movimentado, e o local que costumamos utilizar já estava ocupado, sem problemas vamos montar tralha em outro lugar.


Por costume eu prefiro montar todos os equips primeiro antes de mandar algum para a água, enfim enquanto arrumava meu pai já havia preparado uma vara e arremessou no torpedo no beijinho perto do batedor de água, vou ser sincero não me recordo de alguém acertar um peixe tão rapidamente no primeiro arremesso, ele arremessou e ao levar a mão para abaixar a alça do molinete a boia já afundou.

Briga vai briga vem, o peixe escapou, colocou outro beijinho arremessou, a mesma coisa aconteceu e este também escapou.



 Terceira vez, agora antes de lançar ele trocou o anzol, mesma coisa a boia "atolou", briga vai briga vem este veio para a foto.




Com esta quantidade de fisgada consecutiva, com certeza o dia seria muito agitado, com várias capturas.

Porém foi surpresas acontecem, de cara encostou um caminhão para descarregar peixe.


Neste meio de tempo o local que costumamos utilizar por conferir melhores resultados, ficou vago e nos mudamos, onde o meu pai acertou mais umas 3 fisgadas...


Entretanto logo mais chegou outro caminhão, e depois de um tempo outro, isso "desgraçou" a pescaria por um bom tempo.

Os peixes pararam de atacar, e não havia montagem que surtisse efeito, nem tamba, nem pintado nem dourado, no batedor dei vários pinchos e nada.

Nas cevadeiras e torpedos, nada nada nada, beijinho, salsicha, miçangas, ração e tudo quanto é combinação de chicote ou isca.

Pelas 5 da tarde os peixes começaram a boiar um pouco, neste momento voltei para uma montagem com chicote de 2 à 3 palmos de comprimento, com um anzol chinu e ração com essência de maracujá, isso foi fatal.

Os peixes começaram a subir vigorosamente, de forma que se tornou inviável pescar com duas varas.




Era jogar e pegar, inicialmente estava sendo necessário arremessos maiores, depois de um tempo qualquer arremesso de 40 metros já servia...




Peixe na linha a todo instante, não dava tempo de parar...






A quantidade de peixe perdidos foi enorme, muita linha cortada, boias perdidas de tanto arremessar se desfez o nó da linha da boia no girador, fora boias perdidas por peixes que cortaram a linha principal, por certo ao nadar passou com a boca na linha. Mesmo assim não parou.

















A medida que o dia ia caindo, mais e mais ações....









Durante as capturas, algumas não tiramos fotos e sim foram realizadas filmagens mostrando os combates.

Segue elas abaixo.












Por fim chegada a hora de se retirar, carregando conosco muita alegria e momentos agradáveis que estarão conosco para o resto de nossas vidas.


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